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HISTÓRIA

SOBRE DONA INÊS

O Surgimento da colonização de Dona Inês começou no inicio do século XX, quando se formaram os pequenos sítios e fazendas e, segundo conta a história, os primeiros moradores do lugar foram José Paulino da Costa, Pedro Teodoro da Silva e Pedro José Teixeira.

Contam os mais antigos, que por volta de 1850, vaqueiros que vinham de outras regiões à procura de gado desgarrado, avistaram ao longe uma coluna de fumaça. Achando tal fato estranho, pois julgava-se que o lugar era completamente desabitado, para lá se dirigiram e encontraram, à sombra de um cajueiro, ao lado de uma cacimba, uma senhora de cor branca, tendo como acompanhante um serviçal negro. A senhora disse chamar-se INÊS, que era “Senhora de Engenho” em Pernambuco.

Esta história contada pelos mais antigos, sobre a primeira pessoa encontrada no lugar. A senhora nunca mais foi vista, surgindo desse fato, a denominação do lugar de Serra de Dona Inês. Com passar dos anos, em 1943, por força do decreto lei 520, a pequena povoação passou a condição de Vila, pertencente ao município de Bananeiras.

Na divisão administrativa do Brasil, para o quinquênio 1944/48, Dona Inês ainda figurou como distrito de Bananeiras.

Na divisão administrativa do Brasil, para o quinquênio 1944/48, Dona Inês ainda figurou como Distrito de Bananeiras.

A autonomia administrativa ocorreu por força da Lei 2.141, de 19 de junho de 1959, sendo sua instalação oficial em 15 de novembro do mesmo ano, desmembrado de Bananeiras e formando apenas um Distrito, o da Sede, desaparecendo o início do topônimo, ficando com a denominação de Dona Inês.

A comunidade, desde o seu primórdio, pratica a agricultura de subsistência. Entretanto, entre 1955 e 1966, experimentou acentuado crescimento com o cultivo do sisal, cultura que entrou em decadência, quando utilização por produtos sintéticos.

Gentílico: inesense

Formação Administrativa
Distrito criado com a denominação de Dona Inês, pelo decreto-lei estadual nº 520, de 31-121943, subordinado ao município de Bananeiras.

Em divisão territorial datada de 1-VII-1950, o distrito de Dona Inês, figura no município de Diamante.

Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-VII-1955. Elevado à categoria de município com a denominação de Dona Inês, pela lei estadual nº 2141, de 19-06-1959, desmembrado de Bananeiras. Sede no antigo distrito de Dona Inês. Constituído do distrito sede. Instalado em 15-11-1959.

Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o município é constituído do distrito sede. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.

HINO

Por volta de 1800, vaqueiros por aqui passaram
Gado desgarrado era o que procuravam
Ao ver uma fumaça que surgia ao pé de um penedo
Avistaram uma moça branca e fina
Acompanhada de um escravo negro
Era uma senhora de engenho que se chamava Inês
Os primeiros moradores com bastante sensatez
Em sua homenagem o lugar batizaram
Trouxeram suas famílias, construíram suas casas e por aqui ficaram.

Refrão

Nós te amamos Dona Inês, nós te amamos
Quem aqui mora se for embora, chora de emoção
És por Deus abençoada, temos paz e união
Nossa terra adorada, nosso querido torrão
Por onde estivermos, estás em cada coração
És nosso aconchego, nosso orgulho e perfeição.

Por força de um decreto, o povoado virou vila
Através de homens de força, de coragem, garra e fibra
Pouco tempo depois o governador sancionou
Lei que que ao entrar em vigor
A pequena Vila em cidade transformou.

Glória a Deus que felizes vivemos
Com Deus, nem tempestade tememos
Dona Inês, linda cidade de avenidas planas e ladeiras
De gente trabalhadora, pacata e hospitaleira
Viver neste lugar enche nosso coração de alegria
Amar nossos irmãos é uma emoção que nos contagia
Aqui onde existe um belo cruzeiro
Que simboliza este povo tão ordeiro
A paz está na terra e o amor está no ar
Em nossos corações Dona Inês brilha

Nós te amamos Dona Inês, nós te amamos
Quem aqui mora se for embora, chora de emoção
És por Deus abençoada, temos paz e união
Nossa terra adorada, nosso querido torrão
Por onde estivermos, estás em cada coração
És nosso aconchego, nosso orgulho e perfeição.

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